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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021
Prefeita participa de encontros pedagógicos com profissionais da educação de Casinhas
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021
Bolsonaro detalha ao Congresso o combate à pandemia e pede harmonia para 2021

O presidente Jair Bolsonaro entregou, nesta quarta-feira (2), ao Congresso a Mensagem Presidencial 2021. A mensagem do presidente é um hábito no início de cada ano, onde o chefe do Executivo informa aos membros do Legislativo sobre seus planos para o novo ano, além de fazer um balanço das ações do governo, em conjunto com o Congresso, no ano que se encerrou.
A mensagem registra que o governo assumiu duas premissas básicas para direcionar a atuação ano de 2020: salvar vidas e proteger empregos. O ano foi marcado principalmente pelo combate à pandemia do novo coronavírus: somadas todas as despesas pagas pelo governo federal ano passado são R$ 534 bilhões. Para 2021, o governo "pretende trabalhar em harmonia com as Casas Legislativas para viabilizar a agenda de desenvolvimento econômico e social com ênfase nos valores e tradições do povo brasileiro".
Segundo o presidente, sua presença na sessão de abertura dos trabalhos legislativos de 2021 "demonstra a importância do Parlamento para que os desafios apresentados sejam atingidos em benefício do povo brasileiro.
Chaparral admite disputar vaga na Alepe em 2022: "Um projeto que o povo do nosso Agreste está precisando"

"E o que eu disse para esses dois últimos prefeitos, em especial? Eu disse, como testemunha de tudo que conquistamos para Orobó, que eles não irão se arrepender de firmarem parcerias com o senador Fernando Bezerra Coelho e com o deputado federal Fernando Filho, porque tenho certeza que eles retribuirão à altura, e o povo João Alfredo e Machados ficará muito satisfeito. Assim como também pedi um gesto do senador e do deputado para que destinassem emendas para o município de Bom Jardim. Torcemos e ajudamos o prefeito Janjão a se eleger. É um jovem muito experiente e com certeza também fará um grande governo em seu município", disse Chaparral.
CONFIRA A ÍNTEGRA DA ENTREVISTA:
CANDIDATURA EM 2022
Chaparral também admitiu que está preparado para concorrer às eleições de 2022 como candidato a deputado estadual. "Eu não sou nada, mas faço minha parte, trabalho para minha região crescer e se desenvolver. Ainda é cedo, mas sempre me coloco à disposição de estar conversando e dialogando a respeito. 2021 é o ano de se mostrar serviço em favor desses municípios, para que em 2022 a gente possa, de fato, tocar esse projeto que o povo do Agreste Setentrional está precisando. Se for da vontade de Deus e do nosso povo, estaremos dispostos e com muita vontade de trabalhar pela região, que realmente está precisando de uma representação na Assembleia Legislativa de Pernambuco", finalizou o ex-prefeito.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2021
Luciano Bivar pode ficar no lugar de Marília Arraes
A decisão do presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira de acatar questões de ordem suscitadas por parlamentares no tocante ao registro de chapas e em especial a formação de um bloco parlamentar, atingiu em cheio todos os demais deputados eleitos para a mesa diretora da Câmara Federal.
Com a convocação de nova eleição, o PT que foi beneficiado pelo movimento deverá perder a primeira-secretaria. Há rumores de que o PSL ficaria com a vaga respeitando a proporcionalidade e com isso Luciano Bivar poderia substituir Marília Arraes. O movimento é dado como certo aqui na capital federal. Fonte: Blog do Edmar Lyra
Em discurso de despedida, Maia chora na Câmara
Em seu último discurso como presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) chorou por diversas vezes.Maia disse em sua fala que volta agora à "planície". "As brigas passaram, vamos eleger um novo presidente. Tivemos um momento de mais atrito com Arthur Lira, e se algum momento alguém tenha se sentido ofendido, não foi a minha intenção", discursou. do: Blog do Magno
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021
Pesquisa Folha/Ipespe: João Campos é aprovado por 65% dos recifenses
Em seu primeiro mês de governo, o prefeito do Recife, João Campos, é aprovado por 65% da população, de acordo com pesquisa realizada em parceria entre a Folha de Pernambuco e o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe). Os dados do levantamento mostram que a aprovação do socialista é maior entre recifenses do gênero feminino (68%), mas também é ampla entre o gênero masculino (62%).
Levando em conta as faixas etárias, João Campos tem o auge da sua aprovação entre pessoas de 16 a 24 anos e de 45 a 59 anos, em ambas conta com 67% de aprovação. Sessenta e cinco por cento dos recifenses de 60 anos ou mais também aprovam o primeiro mês de gestão, assim como 63% dos entrevistados de 25 a 44 anos de idade. Levando em consideração o grau de instrução, o prefeito do Recife é melhor avaliado entre quem estudou até o ensino fundamental (77%), seguido pelos que cursaram até o ensino médio (64%) e pelos que têm ensino superior (52%).
Os recifenses com renda familiar mensal de até dois salários mínimos dão o maior percentual de aprovação de João, quando abordada a faixa de renda, com 70%. Em seguida, vem os que têm renda de dois a cinco salários (61%) e os cuja família ganha mais de cinco salários mínimos (55%). A pesquisa mostra ainda que 18% dos entrevistados não aprovam o início da gestão e outros 17% não sabem ou não responderam ao questionamento.
Avaliação e expectativa
A pesquisa Folha/Ipespe revela ainda que 11% dos recifenses avaliam como ótima a gestão João Campos em seus primeiros 30 dias e outros 25% a consideram boa. Levando em conta os que têm a percepção positiva de ótimo ou bom (36%, no total), o maior percentual ocorre entre pessoas do gênero feminino (40%), na faixa etária de 45 a 59 anos (42%), entre recifenses que estudaram até o ensino fundamental (44%) e na faixa de renda familiar de até dois salários mínimos (40%). Para 39%, o início da gestão é regular, 5% acham que o começo do governo do prefeito do Recife é ruim e 6% avaliam como péssimo. Outros 15% não souberam avaliar ou não responderam ao questionamento.
Outro dado averiguado aborda a expectativa dos recifenses sobre como será a gestão do socialista, com ampla maioria dos entrevistados manifestando otimismo para os próximos três anos e 11 meses de governo de João Campos. Para 18%, o prefeito fará uma gestão ótima e outros 42% acreditam que a gestão será boa. Nesse segmento dos que acreditam em um governo ótimo ou bom (61%, no total), o maior percentual ocorre entre recifenses do gênero feminino (64%), seguidas pelos de gênero masculino (57%). Tanto entre entrevistados de 45 a 59 anos, como entre os que têm 60 anos ou mais, a expectativa por uma boa gestão é de 70%, maior patamar entre as faixas etárias.
Já o maior percentual baseado no grau de instrução é dos entrevistados que estudaram até o ensino fundamental, com 68%. Na faixa de renda, o otimismo para a gestão é maior entre os que possuem renda familiar de até dois salários mínimos por mês, com 64% dos entrevistados esperando que o prefeito encerre o primeiro mandato com um governo ótimo ou bom. Para 25% dos recifenses entrevistados, a expectativa é de que a gestão seja regular. Apenas 4% acreditam que ao longo dos próximos anos o Recife terá uma gestão ruim e 6% acreditam que ela será péssima. Cinco por cento não souberam avaliar ou não quiseram responder a pergunta.
Pesquisa
O levantamento realizado em parceria entre a Folha e o Ipespe entrevistou pessoas entre os dias 29 e 30 de janeiro. Ao todo, foram 800 entrevistados extraídos de forma aleatória para formar uma amostra da população, levando em conta cotas de gênero, idade, localidade e instrução. A margem de erro da pesquisa é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95,45%. do: Blog do Edmar Lyra
Rodrigo Pacheco, do DEM, é eleito presidente do Senado com apoio de Bolsonaro e 11 partidos

O senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) foi eleito em primeiro turno nesta segunda-feira (1º), em votação secreta, presidente do Senado e do Congresso Nacional pelos próximos dois anos. Pacheco recebeu 57 votos e superou os 21 recebidos por Simone Tebet (MDB-MS), única outra candidata a permanecer na disputa até o fim. A candidatura contou com o apoio do presidente Jair Bolsonaro e de 11 partidos, entre os quais estão siglas de oposição, como o PT, a Rede e o PDT.

