A Federação União Progressista, formada por Progressistas (PP) e União Brasil, vem se consolidando como uma das principais janelas de oportunidade para quem pretende renovar o mandato ou disputar uma cadeira de deputado federal em Brasília nas próximas eleições. A força da coalizão está, sobretudo, na robustez da sua chapa e na presença de nomes com alta capacidade de transferência e concentração de votos, os chamados puxadores de votos.Entre os principais destaques está Lula da Fonte, que chega à disputa respaldado por uma base expressiva de cerca de 30 prefeitos, fator decisivo em eleições proporcionais. Outro nome de peso é Clarissa Tércio, que na eleição anterior ultrapassou a marca de 240 mil votos, desempenho que a coloca entre os maiores ativos eleitorais da federação.
Na faixa dos candidatos com potencial acima de 120 mil votos, despontam Fernando Filho e Juliana de Chaparral, considerados apostas seguras da União Progressista. Somados, apenas esses quatro nomes, Lula da Fonte, Clarissa Tércio, Fernando Filho e Juliana de Chaparral, já reúnem densidade eleitoral suficiente para assegurar quatro cadeiras na Câmara Federal.
Além do núcleo mais robusto, a federação também aposta em quadros com forte identificação segmentada. É o caso de Edilson Tavares, que conta com a simpatia da Igreja Assembleia de Deus, liderada pelo pastor Ailton José Alves, maior denominação evangélica de Pernambuco. Outro nome em evidência é o da missionária Michele Collins, que construiu projeção política a partir da atuação na defesa das famílias atípicas, ampliando seu alcance eleitoral.
A estratégia da União Progressista inclui ainda o fortalecimento da chapa com lideranças locais, ampliando a capilaridade no estado. Entre os exemplos estão a ex-prefeita de Ipojuca, Célia Sales, a candidata à Prefeitura de Paulista, Lívia Álvaro, além de Esdras Cabral, entre outros nomes que ajudam a incrementar o desempenho coletivo da federação.
No campo das movimentações partidárias, há incerteza quanto à permanência de Mendonça Filho no União Brasil. Embora exista a possibilidade de migração para o PSD, a avaliação interna é de que a facilidade para renovação do mandato dentro da atual federação pode pesar a favor de sua permanência. Em paralelo, quem estaria inclinado a mudar de legenda é o deputado federal Fernando Rodolfo (PL), que pode se filiar ao Progressistas.
O cenário reforça a atratividade da federação quando se observa o histórico recente das eleições proporcionais. Em 2022, apenas 43 candidatos a deputado federal em Pernambuco superaram a marca de 20 mil votos, um patamar decisivo para a formação do quociente eleitoral. A expectativa é de que o próximo pleito mantenha padrão semelhante, e a União Progressista, hoje, concentra uma parcela significativa desses quadros competitivos, consolidando-se como uma das chapas mais fortes do estado.
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