O coronavírus segue sua viagem matando centenas de milhares de pessoas em todo o mundo. O gráfico que representa a expansão da doença no Brasil traz uma curva em meia lua, com uma das extremidades apontando para o céu. Epidemiologistas e estatísticos alertam que a situação está longe de ficar sob controle. Muita gente ainda vai adoecer e morrer porque o novo vírus está nas ruas, pulando de pessoa pra pessoa a cada aperto de mão, cada abraço e até a cada encontrão acidental.
O pico ou topo é o momento no qual se contabiliza o maior número de casos em um único dia. Pode acontecer de, em seguida, haver certa estabilidade, com as ocorrências se situando por algum tempo no mesmo patamar ou platô. A partir deste ponto, começa o declínio. Quando um país ou região alcança o topo, verifica-se aquilo que nas redações chamamos de péssima boa notícia. Ou de ótima má notícia, como queira o freguês. Nos Estados Unidos o ponto mais alto foi alcançado no último dia 15/4, com 2.688 mortes/dia. Desde então, se verifica uma desacelaração. O número de casos, que chegou a duplicar a cada três dias, neste sábado (25/4) sinalizava redução contínua.
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